Sobre o Produtor

100% orgânico, com variedades plantadas na sombra de abacateiros resultando em grãos mais doces.

A história do Café Minamihara começa em 1930, quando a família de origem japonesa chegou ao Brasil para trabalhar em fazendas de café. Hoje, são mais de 90 anos de tradição e contínuo aprimoramento.
Em 1973, os avós e pais da atual geração da família deixaram o Estado do Paraná e vieram para Franca, região de Alta Mogiana, no Estado de São Paulo, antes das geadas que destruíam as plantações em sua origem. A produção começou com 20 hectares e 22.000 covas, com duas plantas por cova. Um total de 44.000 mudas foram plantadas, das variedades Mundo Novo, Catuaí Vermelho e Amarelo. Todas as mudas foram e continuam sendo produzidas no Sítio Sol Nascente, onde a família vive.
Sua primeira colheita somou 170 sacas, que foram vendidas em preços recordes. Na época, atingiram o valor de 500 dólares por saca, principalmente pelos estragos que dizimaram plantações em regiões tradicionais.
Atualmente, Getúlio, Clara Minamihara e o filho deles, Anderson (quarta geração), administram as operações. À medida que foram
crescendo, adquiriram mais terras. Hoje as fazendas possuem, em sua totalidade, 150 hectares, com 95 hectares plantados de café, distribuídos em quatro propriedades: Sol Nascente, que somente produz avocados; Paineiras, com plantação de café; Ouro Verde e Santa Maria, que produzem café e avocados.
Geração após geração, a cultura e as técnicas das fazendas Minamihara desenvolveram verdadeiros rituais. Todos os cafés são separados por propriedade, lote, variedade e ponto exato de maturação. O cuidado se estende com a colheita manual e seletiva mecânica. A secagem é natural, parcialmente em terreiros suspensos cobertos com proteção UV e também em terreiros de asfalto. Na plantação, Minamihara sempre estudou criteriosamente as variedades mais produtivas, dando preferencia às mais resistentes a doenças e especialmente aquelas que produzem bebidas únicas. Agora, 50 variedades são cultivadas com uma grande gama de nuances sensoriais, entre elas o Catuaí Vermelho, Obatã Vermelho, Bourbon Amarelo, Catucaí, Catuaí Açú, Siriema, Tupi, alguns UFVs e IPR. Essa diversidade cresce com a adição de variedades exóticas como Maragogipe, Sumatra, Sete Favas, Goiaba e Brasil.
Minamihara é 100% orgânico, com variedades plantadas na sombra de abacateiros. As duas espécies formam um consórcio que auxilia o café em termos de microclima e nutrientes, promovendo, portanto, um café menos vulnerável à ataques e com menor controle contra pestes. Além disso, graças ao sombreamento, as frutas amadurecem mais lentamente, o que aumenta a concentração de açúcares em seus frutos, resultando em grãos mais doces.
Os cafés são protegidos de pestes e doenças com homeopatia, com o uso de tratamentos biológicos como fungos e bactérias. O solo é regulado com limo marinho, feito a partir de conchas e corais. Para fertilização, compostos orgânicos certificados para a agricultura
orgânica são utilizados. Herbicidas não são usados para controles de ervas daninhas: essas são removidas manualmente ou com o auxílio de máquinas. Todos os cafés são separados e é realizada sua rastreabilidade com indicação de cada fazenda, lote, variedades, assim como sua maturação, manejo e seu método de secagem. Uma vez secados, os cafés são armazenados em caixas de descanso ou em sacos.

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